Santander é condenado a indenizar amiga de vítima que teve o WhatsApp clonado

O banco não teria agido devidamente após o relato da fraude que aconteceu 3 minutos depois da vítima ter percebido que se tratava de fraude e terá que devolver os 2.980 reais depositados ao estelionatário, acrescidos de mais 5.000 reais por danos morais. A Justiça entendeu que o banco poderia ter agido para estornar o valor e rastrear o estelionatário, porém, ao contrário, bloqueou e cobrou juros de um valor da vítima. O banco argumentou que a responsabilidade foi da cliente, que transferiu valores para uma conta sem vínculo com sua amiga. O banco pode recorrer da sentença. As informações são do Tecnoblog.

Discord desiste de venda para Microsoft

As negociações foram interrompidas após renovar o interesse por uma oferta pública inicial de suas ações na bolsa de valores. A Microsoft estava em negociações avançadas para adquirir o Discord por pelo menos 10 bilhões de dólares. As informações são do The Wall Street Journal.

WordPress vai desabilitar FLoCs por padrão

O sistema de rastreamento desenvolvido pelo Google para substituição de cookies será tratado como um risco de segurança. O WordPress, no entanto, indicou que poderá adicionar no futuro uma configuração que permita FLoCs se assim desejado por Admins. As informações são do site Bleeping Computer.

Desenvolvedor descobre chats do WhatsApp embutidos no Facebook Messenger

Alessandro Paluzzi mostrou em seu perfil no Twitter que a integração entre os dois serviços de mensagens parece estar avançando. Segundo o site WABetaInfo, a integração será opcional, mas novas funcionalidades implementadas recentemente no Facebook Messenger (como reações a mensagens) provavelmente virão para o WhatsApp.

Status de “Online” do WhatsApp pode ser usado por stalkers

A empresa de segurança Traced publicou em seu blog que aplicativos e site rastreadores de status do WhatsApp permitem o acompanhamento de qualquer número de celular, fornecendo a data e hora exata do uso do aplicativo de mensagens ou se duas pessoas se conectaram para utilizar o aplicativo ao mesmo tempo. Segundo a empresa, o Google Play não permite “stalkerware” em sua loja, mas os aplicativos burlam essa regra ao alegarem que servem apenas para o monitoramento de crianças pelos pais.

Câmara aprova penas maiores para crimes cibernéticos

O Projeto de Lei 4554/20 amplia as penas (reclusão de 4 a 8 anos) por crimes de furto e estelionato praticados com o uso de celulares, computadores ou outros dispositivos eletrônicos. Se o crime for contra idosos ou vulneráveis, a pena aumenta de 1/3 ao dobro, e se for praticado com o uso de servidores mantidos fora do País, a pena aumenta de 1/3 a 2/3. As informações são da Agência Câmara Notícias.

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