O STF havia determinado uma suspensão “completa e integral” do funcionamento do aplicativo no País na última sexta-feira, além de multa de 100 mil reais para qualquer pessoa que se utilizasse de “subterfúgios tecnológicos”, ou seja VPNs, para acessar o aplicativo dentro do País. Pouco depois, Pavel Durov, fundador do Telegram, pediu desculpas e prometeu colaborar com a Justiça brasileira – um problema com emails estava impedindo o recebimento de ordens judiciais. A plataforma se comprometeu a moderar diariamente, e de forma manual, os cem canais mais populares do Brasil e que correspondem a mais de 95% de todas as visualizações de mensagens públicas no País, marcando postagens como imprecisas e banindo usuários que repassarem desinformação. O Telegram agora também possui um representante no país, o que facilitará respostas a futuras demandas judiciais. As informações são da Agência Brasil e do site TecMundo.