As aquisições, generalizadas entre promotores e procuradores, estariam sendo camufladas através de nomes genéricos nas prestações de contas como “equipamento tecnológico” e “software para comunicação interativa”. O CNMP agora quer ter conhecimento de todos os meios de investigação eventualmente utilizados pelo Ministério Público brasileiro e que possam atingir direitos e garantias individuais. As informações são do site Convergência Digital.