No entanto, segundo o TSE, não houve nenhuma quebra efetiva do processo eleitoral, mas algumas ”barreiras” foram ultrapassadas. Durante seis dias, um total de 29 planos de ataques foram direcionados aos equipamentos e sistemas desenvolvidos para as Eleições de 2022. Uma das equipes utilizou o método conhecido como “chupa cabra”, instalando uma cobertura impressa em 3D em cima do teclado da urna eletrônica, captando a atividade de eleitores. O TSE disse que o teste foi um dos mais produtivos desde 2009. As informações são do TSE e do site Convergência Digital.

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