Segundo pesquisadores da ESET, que detectaram a vulnerabilidade em sistemas Windows apenas na tarde de ontem, a campanha de infecção estaria em andamento há pelo menos dois meses. O malware — assinado criptograficamente com um certificado legítimo, mas presumivelmente roubado — utiliza drivers de um programa de particionamento para corromper dados. As informações são do site The Register.

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